É de longe a excasses de amigos. Hoje, com a vida moderna e o estilo de vida que nos é imposto, a coisa piorou. Estão lembrados do ditado, amigos, amigos, negócios a parte? Na vida prática hoje, ampliou esse ditado. Amigos, amigos, tudo a parte. É assim que está valendo. Cada vez mais os amigos estão desaparecendo. É curioso saber que até Deus declarou ter um amigo. Abraão o amigo de Deus. (Tg.2.22)
Quanto vc está disposto a investir para construir um relacionamento saudavel? É nesse assunto que vamos nos ocupar durante o mês de Março na Adet, igreja que sou pastor. Se você tem amigos, mantenha-os. Investa o quanto puder para aumentar esses amigos. Se você não os tem, vamos aprender com Deus como conquista-los.
As diferenças entre Abraão e Deus eram enormes, nem precisa descrevê-las. Mas, com tudo, Deus se fez amigo de Abraão. Que as nossas diferenças não nos distanciem, mas nos convença da importância de sermos tolerantes com as falhas e diferenças dos amigos.
quarta-feira, 4 de março de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
PODERIA SER DIFERENTE
Como este espaço utilizo para minhas reflexões subjetivas, aproveito para demonstrar o meu inconformismo com a prova de capacitação técnica da Ordem dos Advogados do Brasil. É certo que não é um assunto que interesse a todos. Mas, como estou me preparando para a segunda fase da prova e me ralando de estudar, imagino que poderia ser diferente. Sem querer ser repetitivo nesse assunto da irracionalidade da aplicação da prova, que no meio jurídico é assunto badalado, deixo minha insignificante contribuição. Imagino que poderia ser diferente. O aluno que fica cinco anos estudando em uma faculdade com registro competente no MEC, deveria estar preparado, logo após a conclusão do curso, para ter sua aprovação na prova de ordem. Por outro lado, a avaliação da competencia profissional do aluno recém formado, deveria ser avaliada não com uma prova em duas fases, mas após prática forense exigida para aqueles que gostariam de atuar na profissão. Deixa pra lá, não vai adiantar muito esse choro. Vamos em frente.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
CAMINHANDO PARA O DESCONHECIDO
Reflexão sobre a mensagem que preguei domingo...
"...Sai-te a tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, PARA A TERRA QUE EU TE MOSTRAREI". Gn.12.1
Deus provocou Abraão a ousar caminhar para o desconhecido. Deixar o conforto e a segurança do lugar onde estava, a casa de seus pais, para ir em direção a uma terra que lhe mostraria.
Esse futuro campo do desconhecido é real para todos nós. Sabemos do hoje e não do amanhã. Contudo, caminhamos em direção ao desconhecido com uma convicção interior de que chegaremos lá. É assim que acreditamos quando planejamos o nosso futuro. Mas como estará este futuro, se ainda é uma "terra" desconhecida.
Deus antes de dar a terra a Abraão, pediu que, do lugar onde estava, olhasse para a banda do norte, e do sul, e do oriente e do ocidente,"porque toda essa terra que ves te hei de dar a ti e à tua semente, para sempre".(Gn.13.15)~
É de onde estamos, que Deus quer que enxerguemos o desconhecido. É o presente o trampulim para o futuro, a base que sustentará as realizações do amanhã. A terra em que Abraão pisava não era a melhor. A campina verdejante, Ló havia escolhido, a pior parte ficou para Abraão. Mas foi dessa terra que Deus mostrou a futura terra que lhe daria. Não importa se o presente é ruim, é dele que Deus nos levará às bençãos reservadas para o desconhecido.
Abraão escolheu ousar acreditar em Deus e projetar bençãos para a sua descendência. Até a quarta geração de Abraão foi alcançada por essa benção.
Escolhemos hoje o que Deus irá fazer para a nossa geração amanhã.
"...Sai-te a tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, PARA A TERRA QUE EU TE MOSTRAREI". Gn.12.1
Deus provocou Abraão a ousar caminhar para o desconhecido. Deixar o conforto e a segurança do lugar onde estava, a casa de seus pais, para ir em direção a uma terra que lhe mostraria.
Esse futuro campo do desconhecido é real para todos nós. Sabemos do hoje e não do amanhã. Contudo, caminhamos em direção ao desconhecido com uma convicção interior de que chegaremos lá. É assim que acreditamos quando planejamos o nosso futuro. Mas como estará este futuro, se ainda é uma "terra" desconhecida.
Deus antes de dar a terra a Abraão, pediu que, do lugar onde estava, olhasse para a banda do norte, e do sul, e do oriente e do ocidente,"porque toda essa terra que ves te hei de dar a ti e à tua semente, para sempre".(Gn.13.15)~
É de onde estamos, que Deus quer que enxerguemos o desconhecido. É o presente o trampulim para o futuro, a base que sustentará as realizações do amanhã. A terra em que Abraão pisava não era a melhor. A campina verdejante, Ló havia escolhido, a pior parte ficou para Abraão. Mas foi dessa terra que Deus mostrou a futura terra que lhe daria. Não importa se o presente é ruim, é dele que Deus nos levará às bençãos reservadas para o desconhecido.
Abraão escolheu ousar acreditar em Deus e projetar bençãos para a sua descendência. Até a quarta geração de Abraão foi alcançada por essa benção.
Escolhemos hoje o que Deus irá fazer para a nossa geração amanhã.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
RESPOSTA AO DEPUTADO QUE REJEITOU O PROJETO DE LEI QUE MUDARIA O FERIADO DA PADROEIRA DO BRASIL
Caro Deputado Átila Lira;
Acompanhei a tramitação do projeto de lei 2623, de 2007, do ilustre Deputado Professor VICTORIO GALLI, que por força regimental tramitou na comissão que o nobre deputado é membro e foi designado relator da matéria.
Reconheço ser a matéria de caráter polêmico, mas necessária para o fortalecimento do regime democrático de nosso país. Pena que o nobre deputado, a meu ver, apressou-se em dar seu voto pela rejeição evitando assim o debate mais apurado, que enobreceria a Câmara dos Deputados.
Seu voto pela rejeição do PL em comento demonstra seu zelo pela laicidade do Estado, o que é de bom alvitre considerando que o nobre deputado tem o dever de pautar sua conduta legislativa, sob a égide da Constituição Federal.
Contudo, causou-me espécie, o fato de que o nobre deputado reconhece a importância do princípio Republicano da Laicidade do Estado, como está no artigo 19, I da CF/88, e ainda, admite ser a Lei 6802 de 30 de Junho de 1980, que instituiu o feriado da padroeira do Brasil, absolutamente inconstitucional, portanto, reconhece o nobre deputado a força da lei soberana. Mas ao mesmo tempo, sugere que os não-católicos estão imunes à força da norma constitucional e que basta não “rezarem” para a padroeira, e assim, já estariam desobrigados do cumprimento da lei. Com todo respeito é uma ingenuidade jurídica descabida para quem tem o dever de legislar para os cidadãos brasileiros, independente de raça, cor, credo religioso, etc...
E mais, o nobre deputado reivindica a garantia constitucional da liberdade de culto religioso para sugerir comportamento diverso do que está inserido na Constituição Federal, a lei maior, que exige obediência aos seus princípios. Pode um cidadão não-católico deixar de observar um feriado que absurdamente está inserido na Constituição Federal? Todos sabemos que o dia 12 de Outubro é feriado nacional e por força de lei todos os brasileiros estão obrigados a cumprir.
É admirável o conceito que o nobre deputado tem a respeito do debate quando afirma, “Além disso, a proposição objeto deste Parecer pode ensejar ou acirrar divisões entre cristãos católicos e não-católicos, o que seria lamentável, para não mencionar a total falta de amparo constitucional para situações dessa ordem”.
No seu pensamento a afronta à Constituição Federal não pode ser objeto de debate em benefício de uma suposta intolerância religiosa. Com todo respeito, não se espera essa fobia pelo debate de um membro do nosso parlamento enaltecido pelo contraditório de idéias.
Estaria o nobre deputado exercendo com nobreza seu mandato de legislador se contivesse seu voto no que diz respeito à inconstitucionalidade do PL, isto sim, não tem mérito educacional e cultural e não a ausência do debate.
Como cidadão brasileiro espero que o nobre deputado se convença do perigo de admitir uma norma inconstitucional que privilegia a maioria em detrimento da minoria e proponha ação de inconstitucionalidade da Lei 6802/80 perante o Supremo Tribunal Federal.
Em que pese a nobre intenção de seu voto, lamentavelmente ele homenageia a afronta ao Princípio da Laicidade do Estado que permanece ferido.
P.S: Esse é o e-mail do deputado: dep.atilalira@camara.gov.br
Acompanhei a tramitação do projeto de lei 2623, de 2007, do ilustre Deputado Professor VICTORIO GALLI, que por força regimental tramitou na comissão que o nobre deputado é membro e foi designado relator da matéria.
Reconheço ser a matéria de caráter polêmico, mas necessária para o fortalecimento do regime democrático de nosso país. Pena que o nobre deputado, a meu ver, apressou-se em dar seu voto pela rejeição evitando assim o debate mais apurado, que enobreceria a Câmara dos Deputados.
Seu voto pela rejeição do PL em comento demonstra seu zelo pela laicidade do Estado, o que é de bom alvitre considerando que o nobre deputado tem o dever de pautar sua conduta legislativa, sob a égide da Constituição Federal.
Contudo, causou-me espécie, o fato de que o nobre deputado reconhece a importância do princípio Republicano da Laicidade do Estado, como está no artigo 19, I da CF/88, e ainda, admite ser a Lei 6802 de 30 de Junho de 1980, que instituiu o feriado da padroeira do Brasil, absolutamente inconstitucional, portanto, reconhece o nobre deputado a força da lei soberana. Mas ao mesmo tempo, sugere que os não-católicos estão imunes à força da norma constitucional e que basta não “rezarem” para a padroeira, e assim, já estariam desobrigados do cumprimento da lei. Com todo respeito é uma ingenuidade jurídica descabida para quem tem o dever de legislar para os cidadãos brasileiros, independente de raça, cor, credo religioso, etc...
E mais, o nobre deputado reivindica a garantia constitucional da liberdade de culto religioso para sugerir comportamento diverso do que está inserido na Constituição Federal, a lei maior, que exige obediência aos seus princípios. Pode um cidadão não-católico deixar de observar um feriado que absurdamente está inserido na Constituição Federal? Todos sabemos que o dia 12 de Outubro é feriado nacional e por força de lei todos os brasileiros estão obrigados a cumprir.
É admirável o conceito que o nobre deputado tem a respeito do debate quando afirma, “Além disso, a proposição objeto deste Parecer pode ensejar ou acirrar divisões entre cristãos católicos e não-católicos, o que seria lamentável, para não mencionar a total falta de amparo constitucional para situações dessa ordem”.
No seu pensamento a afronta à Constituição Federal não pode ser objeto de debate em benefício de uma suposta intolerância religiosa. Com todo respeito, não se espera essa fobia pelo debate de um membro do nosso parlamento enaltecido pelo contraditório de idéias.
Estaria o nobre deputado exercendo com nobreza seu mandato de legislador se contivesse seu voto no que diz respeito à inconstitucionalidade do PL, isto sim, não tem mérito educacional e cultural e não a ausência do debate.
Como cidadão brasileiro espero que o nobre deputado se convença do perigo de admitir uma norma inconstitucional que privilegia a maioria em detrimento da minoria e proponha ação de inconstitucionalidade da Lei 6802/80 perante o Supremo Tribunal Federal.
Em que pese a nobre intenção de seu voto, lamentavelmente ele homenageia a afronta ao Princípio da Laicidade do Estado que permanece ferido.
P.S: Esse é o e-mail do deputado: dep.atilalira@camara.gov.br
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
ESTOU DE VOLTA
É claro que preciso me desculpar pela ausência das postagens.Dediquei-me nos últimos tempos para outras tarefas e fui negligente com o blog. Não deveria, mas além de minhas atividades como pastor, precisava concluir a faculdade de direito e estava me tomando muito tempo. Bom, terminei. Agora não tenho mais desculpas.
O tempo tem essas vantagens enquanto não termina nos dá uma outra chance. Estar de volta postando as minhas reflexões livres de preconceitos é o que pretendo. Vamos nos encontrar aqui. Aguardo você. Abraços.
O tempo tem essas vantagens enquanto não termina nos dá uma outra chance. Estar de volta postando as minhas reflexões livres de preconceitos é o que pretendo. Vamos nos encontrar aqui. Aguardo você. Abraços.
terça-feira, 8 de abril de 2008
domingo, 24 de fevereiro de 2008
COMO SE CONSTROI UM VENCEDOR?
Esta é uma pergunta que nos exige uma profunda reflexão. Vejamos: todos querem ser vencedores. O pódio é algo que realmente nos empolga. Por que alguns conseguem vitórias importantes e outros não? É verdade que para alguns ela parece mais fácil. Quando que para outros a vitória é conquistada com muito sofrimento. Não devemos ficar questionando se ao nascermos viemos para ser vencedores ou não. Temos inúmeros exemplos que nos faz acreditar que um vencedor pode ser construído. Eu tomo como base para a nossa reflexão um personagem bíblico bastante conhecido, o jovem Davi que lutou e venceu o gigante Golias.
Este episódio já produziu filmes, livros, documentários e muita inspiração para aqueles que desejam de alguma forma se tornarem vencedores.
O jovem Davi tinha tudo pra ser derrotado. As diferenças do Gigante eram enormes. Era uma luta desproporcional e infinitamente vantajosa para o gigante Golias. Em que consiste então a vitória de Davi?
Este jovem guerreiro sabendo de suas desvantagens buscou sustentação em cinco pilares que dão respaldo para o vencedor. Vejamos.
Não se constrói um vencedor sem que ele tenha OUSADIA. “Ousar ser diferente quando todos seguem um padrão”. O ousado não se conforma com a situação de desigualdade. É capaz de resistir às críticas e jamais desistir. Ele busca sempre o último lance.
Não se vence uma luta sem o EQUILÍBRIO, “harmonia dos sistemas da vida que sofrem alterações e são compensados”. Ele faz com que aquele que luta tome a decisão certa mesmo sob pressão. Ele é capaz de acertar na decisão mesmo que sua escolha contrarie a todos.
É impossível conhecer um vencedor sem PROPÓSITO, “Saber com convicção o que fazer e o que se espera da vida”.
A decisão de Davi em lutar contra o Golias era o propósito de vida que assimilou quando era ainda bem jovem. Simplesmente Davi queria lutar e vencer, nada o fez desistir.
A HUMILDADE, “a virtude que dá o sentimento exato da nossa fraqueza, modéstia, respeito, reverência e submissão”, não permite ao vencedor ter a falsa humildade de não reconhecer ou não acreditar em seu real valor e se sentir inferior. Possuir humildade não é se inferiorizar ante seus semelhantes. O humilde respeita a sua dignidade.
Sobre Davi há uma expressão digna de observação: “Apressou-se Davi e correu ao combate, a encontrar-se com o gigante”. Isto é ATITUDE, “ o começo de tudo”. Qualquer ser humano pode transformar sua vida mudando de atitude. Davi tinha conhecimento do risco que corria. O vencedor não hesita nem conjectura, parte pra cima.
Esses cinco pilares deu a Davi o título do maior rei de Israel. O personagem bíblico depois de Jesus que mais se lê na bíblia. Onde você poderá chegar sobre esses cinco pilares?
“PORQUE DEUS NÃO NOS DEU O ESPÍRITO DE COVARDIA, MAS DE FORTALEZA, DE AMOR, E DE MODERAÇÃO”. Bíblia Sagrada.
Este episódio já produziu filmes, livros, documentários e muita inspiração para aqueles que desejam de alguma forma se tornarem vencedores.
O jovem Davi tinha tudo pra ser derrotado. As diferenças do Gigante eram enormes. Era uma luta desproporcional e infinitamente vantajosa para o gigante Golias. Em que consiste então a vitória de Davi?
Este jovem guerreiro sabendo de suas desvantagens buscou sustentação em cinco pilares que dão respaldo para o vencedor. Vejamos.
Não se constrói um vencedor sem que ele tenha OUSADIA. “Ousar ser diferente quando todos seguem um padrão”. O ousado não se conforma com a situação de desigualdade. É capaz de resistir às críticas e jamais desistir. Ele busca sempre o último lance.
Não se vence uma luta sem o EQUILÍBRIO, “harmonia dos sistemas da vida que sofrem alterações e são compensados”. Ele faz com que aquele que luta tome a decisão certa mesmo sob pressão. Ele é capaz de acertar na decisão mesmo que sua escolha contrarie a todos.
É impossível conhecer um vencedor sem PROPÓSITO, “Saber com convicção o que fazer e o que se espera da vida”.
A decisão de Davi em lutar contra o Golias era o propósito de vida que assimilou quando era ainda bem jovem. Simplesmente Davi queria lutar e vencer, nada o fez desistir.
A HUMILDADE, “a virtude que dá o sentimento exato da nossa fraqueza, modéstia, respeito, reverência e submissão”, não permite ao vencedor ter a falsa humildade de não reconhecer ou não acreditar em seu real valor e se sentir inferior. Possuir humildade não é se inferiorizar ante seus semelhantes. O humilde respeita a sua dignidade.
Sobre Davi há uma expressão digna de observação: “Apressou-se Davi e correu ao combate, a encontrar-se com o gigante”. Isto é ATITUDE, “ o começo de tudo”. Qualquer ser humano pode transformar sua vida mudando de atitude. Davi tinha conhecimento do risco que corria. O vencedor não hesita nem conjectura, parte pra cima.
Esses cinco pilares deu a Davi o título do maior rei de Israel. O personagem bíblico depois de Jesus que mais se lê na bíblia. Onde você poderá chegar sobre esses cinco pilares?
“PORQUE DEUS NÃO NOS DEU O ESPÍRITO DE COVARDIA, MAS DE FORTALEZA, DE AMOR, E DE MODERAÇÃO”. Bíblia Sagrada.
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